As estórias ou histórias de um modo geral nos apresentam reinados e conquistas, quase sempre vistas sob a ótica de grandes conquistadores (homens), e atrás disso algumas mulheres ficaram esquecidas e outras foram marcadas para sempre nas lembranças humanas; falamos sobre as Rainhas.

O poder, força e glamour dessas mulheres fascinaram e fascinam gerações.

Quem não se lembra da beleza da Rainha de Sabá e suas exigências, a era de paz de Hatshepsut no Antigo Egito, de Cleópatra, rainha também egípcia conhecida pela inteligência ou até mesmo a rainha virgem Elizabeth I, a rainha Vitória I, dona do reinado mais longo do Reino Unido ou a atual rainha da Inglaterra, Elizabet II e da maquiavélica rainha-mãe Catariana de Médici.

Na ficção, temos a vingativa e astuta Cersei de As Crônicas de Gelo e Fogo, A Guerra dos Tronos do George R. R. Martin. Ainda no mundo de Westeros temos a mãe dos dragões Daenarys Targaryen, outro exemplo é a imortal e poderosa Akasha de A Rainha dos Condenados de Anne Rice.

Também temos exemplos nos seriados, a vilã e problemática Rainha Má, Regina de Once Upon a Time da ABC. Pertencente ao gênero infantil há tantas, porém a mais recente e facilmente lembrada é a congelante Elsa da animação Frozen.

Uma coisa é fato: reais ou fictícias as rainhas têm sua graça ou crueldade a flor da pele.

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