A verdade nem sempre é o que enxergamos

Lia está doente e sua obsessão pela magreza a deixa cada vez mais confusa entre a realidade e a mentira. Mas ela perde totalmente o controle quando recebe a notícia de que sua melhor amiga, Cassie, morreu sozinha em um quarto de motel. E o pior: Cassie ligou para Lia 33 vezes antes de morrer. 

O que começou como uma aposta entre duas amigas para ver quem ficaria mais magra tornou-se o maior pesadelo de duas adolescentes reféns de seus próprios corpos. Ao negar seu problema, Lia impõe a si mesma um regime cruel em que contar calorias não é o bastante. Ao omitir seu desespero, apela ao autoflagelo numa tentativa premeditada de aliviar seus tormentos. 

Seus pais e sua madrasta tentam ajudá-la a qualquer custo, mas nem mesmo sua doce irmã, Emma, consegue fazer com que Lia pare de se destruir. Agora, Lia precisa encontrar um modo de lidar com todos os seus fantasmas, e a morte de Cassie é um deles. Garotas de Vidro é uma história intoxicante sobre a autorrepugnância e a busca pela identidade. Neste livro, Laure Halse anderson aborda de modo realista a dolorosa condição de jovens que sofrem de transtornos alimentares e sua complicada relação com o espelho e consigo mesmos. 
 "Nós nos transformamos nas garotas geladas e, quando ela tentou ir embora, eu a puxei de volta para a neve porque estava com medo de ficar sozinha."
Escute os sussurros que se enrolam na sua cabeça à noite, te chamando de feia e gorda e vaca e biscate e o pior de tudo: “uma decepção”. (...) Olhe no espelho e veja um fantasma. Escute cada batida do seu coração gritar que tudoabsolutamentetudo está errado com você. “Por quê?” é a pergunta errada. Pergunte “Por que não”?.
Eu não deveria. Não posso. Não mereço. Sou uma gorda gigante e tenho nojo de mim mesma. Eu já ocupo espaço demais. Sou uma hipócrita feia e malvada. Sou um problema. Sou um lixo. Quero dormir e não acordar, mas não quero morrer. Quero comer como uma pessoa normal, mas preciso ver os meus ossos ou vou me odiar ainda mais...
Eu finjo ser uma adolescente gorda e saudável. Eles fingem serem meus pais. Está tudo bem.

 A Filha da Minha Mãe e Eu - Mesmo quem nos ama às vezes não consegue ver quem realmente somos - Maria Fernanda Guerreiro

Sensível e tão real a ponto de fazer você se sentir parte da família, A filha da minha mãe e eu conta a história do difícil relacionamento entre Helena e sua filha, Mariana.

A história começa quando Mariana descobre que está grávida e se dá conta de que, antes de se tornar mãe, é preciso rever seu papel como filha, tentar compreender o de Helena e, principalmente, perdoar a ambas. Inicia-se, então, uma revisão do passado – processo doloroso, mas imensamente revelador, pautado por situações comoventes, personagens complexos e pequenas verdades que contêm a história de cada um.

“Lendo o resultado do exame, enquanto meu sorriso ganhava vida própria, o primeiro pensamento que tomou conta de mim foi ‘com meu filho vai ser diferente’. Esses eram, no mínimo, sentimentos conflitantes e eu não podia mais ignorar isso. Eu tinha que faz as pazes com a minha historia.”

Kelsey Hayes nunca imaginou que seus 18 anos lhe reservassem experiências tão loucas.
Além de lutar contra macacos d’água imortais e se embrenhar pelas selvas indianas, ela se apaixonou por Ren, um príncipe indiano amaldiçoado que já viveu 300 anos.
Agora que ameaças terríveis obrigam Kelsey a encarar uma nova busca – dessa vez com Kishan, o irmão bad boy de Ren –, a dupla improvável começa a questionar seu destino. A vida de Ren está por um fio, assim como a verdade no coração de Kelsey.
Em O resgate do tigre, a aguardada sequência de A maldição do tigre, os três personagens dão mais um passo para quebrar a antiga profecia que os une. Com o dobro de ação, aventura e romance, este livro oferece a seus leitores uma experiência arrebatadora da primeira à última página.
"- Uma vez você me perguntou se eu queria ter um lar e uma família. Eu não pensava que fosse querer isso sem Yesubai, mas, vendo você daquele jeito no meu sonho, com aquele bebezinho... sim. Eu quero. Quero aquele bebê. Quero... você. Eu o vi e me senti... possessivo e orgulhoso. Quero a vida que vi em meu sonho mais do que tudo, Kells. Achei que você deveria saber disso."
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"Senti seus músculos tensos quando Kishan se preparou para saltar, mas ele olhou para baixo, para mim, e seu olhar parou em meus lábios. Ele baixou a cabeça e depositou um beijo quente e suave na lateral da minha boca.- Kishan.- Desculpe. Não pude resistir. Você está presa e pelo menos desta vez não pode fugir de mim. Além disso, sua boca é tentadora. (...)"

Foi divulgada a capa de   Alice in Zombieland, primeiro livro da saga White Rabbit Chronicles, que estará sendo lançado em 25 de setembro.


Ela não vai descansar até enviar de volta cada cadáver ambulante para sua devida sepultura. Para sempre.
 Se alguém disse-se a Alice Bell que o curso de sua vida mudaria em um instante, ela logo daria risada. De bem aventurada para trágica, inocente para arruinada? Por favor. Mas isso é o que aconteceu. Um momento. Um piscar de olhos, um suspiro, um segundo, e tudo que conheceu e amou se foi.
 Seu pai estava certo. Os monstros são reais.
 Para vingar sua família, Ali deve aprender a lutar contra mortos-vivos. Para sobreviver, ela deve aprender a confiar no pior dos bad boys, Cole Holland. Mas Cole tem seus próprios segredos-e se Ali não tomar cuidado, esses segredos podem provar serem algo mais perigoso do que zumbis.




Toda noite, quando London Lane recosta a cabeça no travesseiro e dorme, cada mínimo detalhe do dia que viveu desaparece de sua memória.

Pela manhã, restam-lhe apenas lembranças do futuro: pessoas e acontecimentos que ainda estão por vir. Para conseguir manter uma rotina minimamente normal, London escreve bilhetes para si própria e recorre à sempre fiel melhor amiga.

Já acostumada a tudo isso, ela tenta encarar a perda de memória mais como uma fatalidade que como uma limitação. Mas, quando imagens perturbadoras começam a surgir em suas lembranças e London precisa, de algum modo, escapar delas, fica claro que para entender o presente e o futuro ela terá que decifrar o que ficou esquecido no passado.
"Eu me lembro do que ainda vai acontecer.
Lembro o futuro, mas esqueço o que já passou.
Todas as minhas lembranças, boas, ruins ou tanto faz, um dia vão se concretizar.
Então, goste ou não - e eu não gosto - vou me lembrar de estar em pé num gramado recém-aparado, rodeada por pedras e pessoas vestidas de preto, até que isso se torne realidade. Vou me lembrar desse funeral... até que alguém morra.
E, depois disso, ele será esquecido."

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"De alguma forma, em meio a tantas emoções conflitantes, o sono segura minha mão e me puxa.
E tudo o que não foi escrito desaparece." 


Amanda é uma jovem de 23 anos que foi criada pela avó materna, vivendo no Rio de janeiro, e que passou a vida com uma grande lacuna em relação à lembrança dos pais. Devido a esse hiato de memória, ela atravessou um período de revolta na adolescência, onde trouxe grandes aborrecimentos a sua tutora, que infelizmente acabara de falecer, devido a um súbito câncer. Em seu testamento, a avó pede que Amanda encontre-se com a mãe e permaneça ao lado dela durante trinta dias antes que tome posse de sua herança. E, em homenagem a figura materna que a mesma representou, muito a contra gosto, a neta a obedece. Porém, a única coisa que Amanda sabe sobre a mãe, é que ela era uma alcoólatra e que por isso passou muito tempo vivendo em uma clínica de recuperação. Sobre o pai, Amanda só sabe que o mesmo está morto.

Nesse reencontro turbulento, muitas coisas irão acontecer. Em choque, Amanda reencontrará sua mãe recuperada, morando no pequeno município de São Lourenço e vivendo com sua nova família. Profundamente magoada, Amanda desejará descobrir por que nunca foi procurada por ela.E, para piorar, se apaixonará por um homem que poderá mudar todos os planos que ela havia traçado.

Será que Amanda conseguirá conhecer o poder libertador do perdão?