Divertida aventura que se passa num mundo mítico de vikings e dragões, a série infantil Como treinar o seu dragão se tornou um sucesso no mundo inteiro. São 12 livros, além de 2 volumes extras, que somam 780 mil exemplares vendidos no Brasil e 8 milhões no mundo, além de ter inspirado adaptações para a TV, numa série de animação exibida pelo Cartoon Network, e para o cinema, produzida pela DreamWorks.

Agora, a escritora e ilustradora Cressida Cowell deixa os vikings de lado para uma nova trilogia, sobre os antigos tempos em que havia feiticeiros, bruxas, guerreiros... e Magia. No Tempo dos Feiticeiros mostra a guerra entre duas tribos: os feiticeiros, que eram mágicos, e os guerreiros, que não eram.

Esta é a história de Xar, um menino feiticeiro cujos poderes ainda não despertaram, e de Desejo, uma menina guerreira cujo maior sonho é ser reconhecida pela mãe. Xar e Desejo foram ensinados a odiar um ao outro, mas terão que superar as diferenças e enfrentar um mal que pode destruir seus lares.

Numa manhã, a jovem arquiteta Lígia fica sabendo do suicídio de Cássio, morador do condomínio onde ela vive. Pouco depois, surpreende-se com a revelação de que teria presenciado o momento em que o rapaz se lançou da janela do seu apartamento. Apontada como única testemunha da morte, precisa dar explicações à polícia, e o caso passa a mexer com ela profundamente.

Na tentativa de entender seu próprio papel nessa história, Lígia resolve investigar a vida daquele homem e o que o levou a concretizar o plano de morrer – o mesmo plano com o qual ela já havia flertado algumas vezes no passado. A jovem consegue então se aproximar de amigos e familiares de Cássio e invadir seu apartamento. À medida que junta as peças daquele homem partido, ela começa a se identificar com a imagem que vai construindo do rapaz.

Como num jogo de espelhos, Átimo propõe uma trama de reflexos e projeções, no qual a protagonista acaba se voltando para si, numa autoanálise dolorosa, em busca de explicação para o desejo de dar cabo da própria vida.

Estreia da jovem Alice Oseman na literatura Young Adult, Um ano solitário foi chamado de “O apanhador no campo de centeio da era digital” pelo jornal The Times. Cativante e genuíno, o romance acompanha a transformação de Tori Spring de uma adolescente apática em alguém que precisa deixar sua zona de conforto para trás. Tirando o blog onde escreve sobre seu pessimismo crônico e o irmão Charlie, que se recupera de um problema que o levou a tentar o suicídio, Tori se mantém indiferente ao resto do universo – incluindo o colégio, sua melhor amiga, garotos, filmes, livros, seus pais. 

E permanece alheia quando Michael Holden, novo na escola, tenta convencê-la a investigar um misterioso site chamado Solitaire, que tem causado algumas confusões no colégio. Tori mal percebe o esforço de Michael e de um outro amigo para se aproximarem dela. Mas quando as brincadeiras e jogos promovidos pelo grupo virtual começam a ficar estranhamente perigosos, a garota precisa dar um passo que pode mudar sua vida – e a maneira como vê o mundo e se relaciona com as pessoas – para sempre.

Taylor Harper só queria ser normal, mas ela era uma Vampira Branca, com o poder sobre o elemento fogo, herdeira de uma Profecia e a única capaz de matar o Vampiro das Sombras, o mais poderoso vampiro que já andou sobre a terra. Desde que abrira os olhos pela primeira vez, Taylor soube que sua vida não seria nada fácil. 

Nascida em meio a uma guerra na qual os vampiros de sua espécie eram forçados a fugir e se esconder, esquecendo até mesmo como usar a sua magia interior como arma, Taylor acaba se vendo dividida entre salvar aqueles que ama e salvar o mundo inteiro. O destino de todos está nas mãos de Taylor.

Sexto livro da série Outlander, que se tornou um fenômeno mundial e foi transformada na bem-sucedida série de TV. 

“Triunfal... A maneira como Diana Gabaldon faz uso dos detalhes históricos e sua representação de uma história de amor verdadeiramente madura a confirmam entre os grandes autores do gênero.” – Publishers Weekly

Uma história sobre escolhas difíceis.

América, 1772. Poucos anos antes da guerra de independência, o caos reina na colônia. Cadáveres espalham-se pelas ruas, vizinhos lutam entre si e grupos de salteadores aterrorizam a população por toda parte. Na Carolina do Norte, o incêndio de uma cabana e o assassinato de uma família inteira anunciam mudanças perturbadoras no cotidiano dos habitantes da Cordilheira dos Frasers.

Nesse cenário, Jamie Fraser recebe uma mensagem do governador Josiah Martin. Ele pede sua ajuda para conter os rebeldes e manter o domínio da Coroa britânica sobre as terras americanas. Mas Jamie já sabe o que está por vir. Sua esposa Claire, uma viajante no tempo nascida no século XX, conhece perfeitamente o destino reservado aos súditos leais do rei da Inglaterra: exílio ou morte.

Além disso, Claire surge com uma nota de jornal de 1776 que relata a morte dos dois num incêndio. Pela primeira vez, Jamie espera que ela esteja errada sobre o futuro.

Em meio às tensões, é chegado o momento de fazer uma escolha difícil, porém inadiável. À medida que se formam as linhas de combate e lealdades são testadas, Jamie e Claire sentirão na pele que absolutamente ninguém está seguro nesse novo país.

Numa trilha de terra, cruzando montanhas que conduzirão ao mar, a narradora vê a figura de um homem, a quem batiza de Lázaro. Doente e ferido, ele avança a passos lentos e é perseguido por uma multidão. 

A partir daí, o livro revela o drama de um homem que procurou se fechar ao mundo, mas que se viu forçado a confrontar vozes íntimas e dramas humanos. A história é contada pelos olhos de uma narradora cuja identidade é envolta em sombras que se clareiam em breves pistas ao longo da história.

Inspirado pelo poema “A máquina do mundo”, de Drummond, O mal de Lázaro é uma fábula sobre dor, sofrimento e redenção que conta, na prosa elegante e poética de Krishna Monteiro, a história de um homem que se abre para o mundo apenas para vê-lo desmoronar.

Um romance emocionante sobre amizade, amor e família, da autora de Beleza Perdida. 

Quando Josie Jensen, uma desajeitada menina prodígio da música, conhece Samuel Yates, um garoto confuso e revoltado descendente dos índios Navajos, uma amizade improvável floresce. Apesar de ser cinco anos mais nova, Josie ensina a Samuel sobre palavras, música, sonhos, e, com o tempo, eles formam um forte vínculo de amizade.

Após se formar no colégio, Samuel abandona a cidadezinha onde vivem em busca de um futuro, deixando sua jovem amiga com o coração partido. Muitos anos depois, quando Samuel retorna, percebe que Josie necessita exatamente das coisas que ela lhe oferecera na adolescência. É a vez de Samuel ensinar a Josie sobre a vida e o amor e guiá-la para que ela encontre seu rumo, sua felicidade. 

Profundamente romântico, Correndo Descalça é a história de uma garota do interior e um garoto indígena, sobre os laços que os ligam a suas casas e famílias e sobre o amor que lhes dá asas para voar.

Mina é filha de um mago cruel e sua mãe está morta. Aos dezesseis anos, seu coração nunca bateu apaixonado por ninguém – na verdade, ele jamais bateu de forma alguma, e Mina sempre achou esse silêncio normal. Ela nunca suspeitou que o pai arrancara seu coração e, no lugar, colocara um coração de vidro. Então, quando Mina chega ao castelo de Primavera Branca e vê o rei pela primeira vez, ela cria um plano: ganhar o coração dele, tornar-se rainha e finalmente conhecer o amor. A única desvantagem desse plano, ao que tudo indica, é que ela se tornará madrasta. Lynet tem quinze anos e é a imagem de sua falecida mãe. 

Um dia, ela descobre a verdadeira razão disso: a partir da neve, um mago a criou à semelhança da rainha morta. Mas, apesar de ser a projeção visual perfeita da falecida rainha, Lynet preferiria ser forte e majestosa como sua madrasta, Mina. E Lynet realiza seu desejo quando o pai a torna rainha dos territórios do sul, tomando assim o lugar de Mina. A madrasta, então, começa a olhar para a enteada com algo que se assemelha ao ódio, e Lynet precisa decidir o que fazer – e quem quer ser – para ter de volta a única mãe que de fato conheceu... ou simplesmente vencer Mina de uma vez por todas. 

Garotas de neve e vidro traça a relação de duas mulheres fadadas a serem rivais desde o princípio – a não ser que redescubram a si mesmas e deem novo significado à história que lhes foi imposta. Este aclamado reconto feminista do clássico Branca de Neve nos leva a um mundo singelo e, ao mesmo tempo, maravilhoso – como nos contos de fadas. Uma releitura contemporânea para mantê-lo sempre atual e presente.