Nada mais seria da mesma forma depois que Adônis Albertini colocou seus olhos sobre a pequena ruiva, que agora era sua prisioneira. Ele não saberia explicar o que sentiu quando seus olhos encontraram os dela. A única certeza que tinha, era que nunca poderia machuca-la. Quando pela primeira vez em sua vida experimentou um sentimento chamado, compaixão.

O medo e a fragilidade que exibia de forma tão crua o atraiu. Era como se seu demônio interior estivesse hipnotizado pela beleza natural e pura que ela ostentava. Giulia. Sua nova e única protegida. 
Quem a machucasse enfrentaria o pior dele.

Adônis sempre teria inimigos, mas sua única preocupação era se render aos sentimentos que pela primeira vez experimentava. 
E o maior deles era o amor.

Deixe um comentário