Quando James Kaplan publicou Frank: a voz, o primeiro volume de seu projeto sobre um dos personagens centrais da cultura popular do século XX, os admiradores do artista norte-americano sabiam que estavam diante de um empreendimento majestoso. 

Com a prosa rica e viciante de Kaplan, a história da ascensão de Frank Sinatra (1915-1998) para a fama apresentava uma série de outros enredos: o nascimento da cultura de massas, a vida boêmia nos cassinos e nightclubs, o apogeu do rádio, o culto à celebridade. 

Este segundo volume captura o artista a partir da metade dos anos 1950, quando começou a se dividir entre os estúdios de gravação e os sets de filmagem, chegando até os anos da maturidade – quando os lapsos de memória no meio de uma canção pareciam anunciar seus melancólicos dias finais.

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