Inglaterra, 1870. 
Na tarde nublada, sir Edrick Bradley, segundo barão de Westling, sente-se atraído por uma misteriosa jovem. Intrigado, segue-a até que esta entre no hotel da vila. Sem entender sua curiosidade, o barão a espera para que possa abordá-la, apresentar-se. 

Ao fazê-lo, qual não é a surpresa ao ser prontamente esnobado. Com seu ego abalado, sir Edrick não consegue partir e se dispõe a descobrir o que ocorre com tão bela jovem para rechaçá-lo sem razão. 

Por sua vez, Ashley Walker abomina o indesejado encontro. Por anos morava na vila vizinha e agradecia o fato de jamais ter cruzado o caminho do nobre cavalheiro. Após as despedidas Ashley queria somente voltar para Wisbury e esquecer que vira o novo barão. 

Entretanto, afastar-se não seria fácil. E com a convivência viria a compreensão de que nem todos os senhores eram maus, nem todos os homens eram violentos, egoístas ou aproveitadores. Ante tal descoberta e incapaz de conter os avanços de sir Edrick, a sólida muralha protetiva que Ashley ergueu ao seu redor começaria a ruir. Algo que não poderia acontecer jamais, pois ela era a borboleta negra e, por mais que desejasse experimentar o amor, não servia sequer para ser amante do barão. 

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