Comprei a passagem para Bali: ida no dia 9 de agosto e volta no dia 25 de setembro. Um mês e meio para sentir o vento no rosto e aprender a surfar. Sem ter planejado nada, essa viagem se converteria na experiência pela qual eu ansiava: aventura, risco, diversão, novos horizontes... A espanhola Álex ganha a vida escrevendo livros de autoajuda nos quais não acredita. 

Aos 43 anos, ela perdeu o próprio rumo. Recém-separada, precisa fazer algo para ajudar a si mesma. O melhor amigo, então, recomenda uma viagem a Bali, e ela não pensa duas vezes: quando se dá conta, já está no avião, sem imaginar os encontros e desencontros que marcarão sua vida para sempre. Em sua primeira noite na ilha, ela conhece Hendrik, um atraente surfista de 26 anos com quem reencontra os prazeres do sexo. Quando ele desaparece, ela é informada sobre uma série de assassinatos que estão acontecendo na ilha e tem de lidar com o próprio medo e a desconfiança da polícia. 

Em meio a tudo isso, outras pessoas surgem em seu caminho e a ajudam de diferentes modos. Blanca, uma senhora que guarda um segredo, atua como sua guia espiritual. Maria e Raquel, duas irmãs em conflito, com quem ela desfruta trilhas e bebedeiras. Hera, uma artista sedutora por quem Álex se descobre cada vez mais atraída. Jud, uma velha amiga de Hera que chega para pôr à prova a serenidade de todas. Juntas, as mulheres alugam uma casa e, enquanto exploram os recantos da ilha, conhecem moradores e se entregam a confidências, saboreando a cerveja local e compartilhando dias intensos. Em Sorrir ao vento, cada uma percorre o próprio caminho e influencia as outras. Todas encontrarão, cedo ou tarde, a coragem para se entregar ao seu verdadeiro destino.

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