O que você faria se tivesse exatamente 100 dias de vida? “Não tenho nenhum feito ou mérito para ser lembrado na posteridade. Para justificar uma placa de mármore em um edifício. Uma placa diante da qual alguém passe e diga: ‘Vou ver rapidinho na Wikipédia quem era esse Battistini!’ Ainda assim, tenho uma mulher e dois filhos que amo, amigos maravilhosos, um time de garotos que dariam a vida por mim. Cometi alguns erros, farei outros ainda, mas também participei da festa. 

Eu também estava lá. Em um canto, talvez; eu não era o aniversariante, mas estava lá. A única tristeza foi ter que descobrir que vou morrer para começar a viver.” Esta é a história de Lucio Battistini, apaixonado pelo time de polo aquático que treina e pela família: a mulher e os dois filhos pequenos. É a história de como ele viveu os últimos 100 dias de vida com o “amigo Fritz”. 

E de como, contra todas as probabilidades, aqueles foram os melhores dias de toda a sua vida. Fausto Brizzi, roteirista e diretor de cinema, ganhador do Prêmio David di Donatello, em 100 dias de felicidade mistura humor e dor, ficção e franqueza para explicar o sentido de viver e o de morrer, em uma narrativa hilariante e inspiradora.

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