“Nada importa.” 

“Você começa a morrer no instante em que nasce.” 

Pierre Anthon está no sétimo ano e tem certeza de que nada importa na vida.

Por isso, passa os dias sobre os galhos de uma ameixeira, tentando convencer seus companheiros de classe a pensar do mesmo modo.

No entanto, diante da recusa do menino de descer da árvore, seus colegas decidem fazer uma pilha de objetos dotados de significado, e com isso esperam persuadi-lo de que está errado.

Mas aos poucos a pilha se torna um monumento mórbido, colocando em xeque a fé e a inocência da juventude.

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