Camryn Bennett, de vinte anos, sempre quis ser alguém fora do padrão, alguém que fosse mais do que seguir padrões e envelhecer com a repetitiva história de sempre. E ela pensou que estava no caminho certo até que tudo se despedaçou. Determinada a não ser negativa e seguir em frente, Camryn planeja mudar-se com sua melhor amiga e começar um novo emprego.

Mas depois de uma noite inesperada no clube mais quente de Raleigh, norte da Carolina, ela toma uma decisão irrevogável de deixar a vida que ela conhece para trás.

Com uma carteira, um celular e uma bolsa com pequenas coisas, Camryn, sem nenhuma direção, entra em um ônibus e sai em busca de si mesma. O que ela encontra é um cara chamado Andrew Parrish, alguém não tão diferente e que possui seus próprios segredos sombrios. Mas Camryn jurou nunca mais abaixar suas paredes novamente. E ela prometeu jamais se apaixonar.

Mas com Andrew, Camryn encontra-se fazendo várias coisas que jamais pensou que faria. Ele mostra a ela o que realmente significa viver fora dos padrões e ceder à seus mais profundos e sombrios desejos. Nessa viagem, ele se torna o centro de sua excitante e ousada nova vida, atraindo seu amor, luxúria e emoção como ela jamais imaginou ser possível. Mas será que o segredo de Andrew os colocará juntos para sempre, ou vai dilacerá-los completamente?

Sabe, sempre detestei esta frase: Tem gente em situação pior que a sua; se você encarar como uma competição, claro, é sempre melhor viver de seguro-desemprego do que ficar cego, mas não é um concurso, caralho. Certo?
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A verdade é que todo mundo tem problemas; todos nós enfrentamos dificuldades e dor, e minha dor é o paraíso comparada com a de muitas outras pessoas, e não tenho lá muito direito de me queixar.
Os pais tem essa noção distorcida de que pessoas com menos de 20 anos simplesmente não tem como saber o que é o amor, como se a idade para amar fosse determinada da mesma forma que a lei determina a idade para beber.
“Não é só questão de tristeza. Na verdade, a tristeza tem bem pouco a ver. Depressão é dor em sua forma mais pura, e eu faria qualquer coisa para conseguir sentir alguma emoção de novo. Qualquer emoção. A dor machuca, mas com uma dor tão poderosa que você não consegue sentir mais nada, é aí que você começa a achar que está enlouquecendo.”
“O CORAÇÃO SEMPRE vence a razão. O coração, embora seja imprudente, suicida e masoquista de um jeito só seu, sempre ganha a parada. A razão pode ser a melhor opção, mas agora tô cagando para o que a voz da razão tá me dizendo. Agora só quero viver para o momento”.

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