As Violetas de Março - Qualquer pessoa que já tenha perdido um amor vai se encantar com este livro.
Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, mas não gosta muito de seu próprio livro. Também tem um casamento que parece ideal, no entanto ele acabará em divórcio.Sentindo que sua vida perdeu o propósito, Emily decide fazer as malas e passar um tempo em Bainbridge — a ilha onde morou quando menina — para tentar se reorganizar.

Enquanto busca esquecer o ex-marido e, ao mesmo tempo, arrumar material para um novo — e mais verdadeiro — livro, um antigo colega de escola e o namorado proibido da adolescência tornam-se seus companheiros frequentes. Entretanto, o melhor parceiro de Emily será um diário da década de 1940, encontrado no fundo de uma gaveta.

Com o diário em mãos, Emily sentirá o estranhamento e a comoção causados pela leitura de uma biografia misteriosa que envolve antigos habitantes da ilha e que tem muito a ver com sua própria história.

Assim como as violetas que desabrocham fora de estação para mostrar que tudo é possível, a vida de Emily Taylor poderá tomar um rumo improvável e cheio de possibilidades.
     “— São violetas-madeira. Não as via na ilha desde…— Elas são muito raras — prosseguiu Henry, preenchendo o vazio que Bee havia deixado quando sua voz sumiu. — ocê não pode plantá-las, pois elas não vão crescer. Elas têm que escolher você."
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"Deixo-lhe um pensamento, um pensamento sobre o amor que me levou a passar por muitos fracassos: o grande amor perdura ao tempo, à mágoa e a distância. E mesmo quando tudo parece perdido, o verdadeiro amor vive."

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"Por mais algumas horas, pelo menos até que eu assinasse os papéis do divórcio no final da tarde, ele ainda era meu marido. No entanto, era difícil fitar aqueles olhos castanho-escuros, sabendo que o homem com o qual eu havia me casado estava me deixando por outra pessoa. Como chegamos até ali?"

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