A única coisa que Jean Honeychurch odeia mais do que seu nome sem graça (que em alguns lugares é até nome de menino) é seu muito apropriado apelido, Jinx. Ou seja, pé-frio, azarada... E de fato, a falta de sorte parece perseguir Jinx aonde quer que ela vá – e por isso ela está tão animada com a mudança para a casa dos tios, em Nova York. Talvez, do outro lado do país, Jinx consiga finalmente se livrar da má sorte. Ou, pelo menos, escape da confusão que provocou em sua pequena cidade natal.
Mas definitivamente os problemas seguem a ruivinha até Manhattan. Sua prima, Tory, não está nada feliz em ter a ovelha negra da família por perto. Bela, glamorosa e nada parecida com a jovem brincalhona que Jinx se lembrava dos tempos de criança, Tory também esconde um perigoso segredo – e está certa que Jinx é capaz de descobri-lo.

Há algum tempo praticando pequenos feitiços. Ao perceber que a prima, além dos cabelos ruivos, pode também ter herdado os poderes de uma antepassada, a convida para integrar seu grupo de bruxas. Mas Jinx sabe que fazer feitiços pode ser perigoso e recusa, despertando a ira da deslumbrada Tory, que planeja vingança.
As coisas pioram quando Jinx se aproxima de Zach, um gato por quem Tory é apaixonada. 

Ele e prima Jean de Iowa (como o menino carinhosamente a chama) vão juntos para a aula de educação física, conversam sobre tudo e surge até um convite para o baile da primavera – só como amigos, afinal ele parece gostar de outra pessoa...

Rapidamente, Jinx percebe que não é apenas da má sorte que está fugindo. É de algo muito mais sinistro... Será que sua falta de sorte é, na verdade, um dom, e a profecia sob a qual ela viveu desde o dia que nasceu é a única coisa que poderá salvá-la?

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