Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo ...
Sofia vive em uma metrópole, está habituada com a modernidade e as facilidades que isto lhe proporciona. Ela é independente e tem pavor a menção da palavra casamento.

Os únicos romances em sua vida são os que os livros lhe proporcionam.

Mas tudo isso muda depois que ela se vê em uma complicada condição. Após comprar um novo aparelho celular, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século XIX, sem ter ideia de como ou se voltará.

Ela é acolhida pela família Clarke, enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de voltar para casa.

Com a ajuda de prestativo Ian, Sofia embarca numa procura as cegas e acaba encontrando algumas pistas que talvez possam leva-la de volta para casa. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...

    "Tinha alguma coisa diferente em seu rosto, o brilho em seus olhos negros me parecia familiar, seus traços bonitos e fortes o deixavam parecido com um deus da Grécia Antiga. E seu tamanho — tão grande e forte, mas não bombado, me transmitia segurança.”

     "Eu não podia me apaixonar por ele, por razões que eu conhecia bem. Como eu poderia me apaixonar se logo iria embora e nunca mais o veria? E eu iria embora, de uma forma ou de outra. Como permiti que a enrascada na qual me meti aumentasse ainda mais?”

     "E se por sorte, algum dia puder vir a ler estas linhas, não te esqueças que a amei desde o primeiro instante e a amarei até o último. talvez até depois.”

Ian me deixava muito perturbada, às vezes, eu queria beijá-lo e nunca mais parar e às vezes, queria esganá-lo!

Seus olhos arregalados me examinaram minuciosamente.

— Por que não está vestida?

—Mas eu estou vestida, — abri os braços para que visse

— Não está, não? Coloque o vestido de volta. — ele ordenou. — Não quero que algum moleque mal intencionado te veja vestida dessa forma. — tirou o vestido da pilha que eu havia lhe entregado e o estendeu para que eu o pegasse.

— Eu. Estou. Vestida! Além do mais, tenho certeza de se você me viu da estrada, sabe muito bem diferenciar quando estou nua e quando estou vestida, não sabe?

Ele corou, confirmando minhas suspeitas. Respirei fundo e comecei a andar. Brinquei com o cavalo quando passei por ele. Ian me seguiu.

—Não quero que ninguém a veja vestida assim. Por favor, senhorita? — ele me estendeu o vestido outra vez, seu rosto suplicante.

— Não se preocupe, Ian. Assim que eu entrar em casa, colocarei um vestido limpo. Não o trouxe porque achei que acabaria cheio de lama, já que se arrasta no chão. Não precisa ficar preocupado, não vou envergonhá-lo! — assegurei a ele.

Ele sacudiu a cabeça.

— Não é com isso que estou preocupado. Só não quero que outro homem... — ele parou, parecia que iria sufocar se não dissesse as palavras.

— O que? — incitei.

— Não quero que outro homem possa vê-la usando estas roupas. Elas deixam muito pouco para a imaginação! — falou, olhando para os próprios pés.

— Você não quer... — lentamente, meu cérebro juntou suas palavras e as associou de forma engraçada. — Você está com ciúmes?

— Na verdade, estou sim. — a voz baixa e acanhada deixou ainda mais irresistível. — Creio que já sabe que eu a estimo muito.




Esse com toda certeza é meu livro nacional favorito! Um livro maravilhoso do começo ao fim...
Já tenho o meu livrinho na minha estante!

Deixe um comentário