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Prólogo
“Mas observo em meus membros outra lei guerreando contra a lei da minha mente e levando-me cativo à lei do pecado que está nos meus membros” (Romanos 7:23)

Pode alguém conhecer o amor de várias maneiras e com vários sentidos?
Pode esse amor quebrar todas as regras?
Eu conheci esse amor, eu quebrei todas as regras!
Nunca vou esquecer o que aconteceu naquele dia, nunca esquecerei aquele olhar...
Acreditar que algo além de tudo o que vivi pudesse existir, ia além do que eu sempre imaginei.
Numa tarde linda de verão eu vi minha mãe chorando a morte de uma filha, vi a dor insuportável em seus olhos, vi meus filhos chorando e toda a família reunida pelo pesar da dor da perda. Só não imaginava que eu não controlaria aquilo a ponto de me deixar enxergar, mas acho que a vontade de dizer à ela que tudo estava bem e que tinha sido a minha escolha fez com que ela levantasse os olhos e me visse ali parada e sorrindo. 

Acho que ela percebeu que eu estava bem porque a minha aparência e meu sorriso fizeram minha mãe parar de chorar. Porém foi insuportável ouvi-la gritando meu nome, apontado na minha direção e tentando mostrar à todos onde eu estava. Ninguém mais poderia me ver, a não ser que eu quisesse. Eu não era mais humana. Meu corpo estava dentro de uma caixa de madeira...
Todos pensaram que minha mãe estava tendo alucinações pelo fato de estar abalada com minha morte, mas o que ela viu foi real!
Se eu sou um espírito vagando pelo mundo dos vivos? Não. Não mesmo! Sou algo a mais do que isso, estou cumprindo um chamado: amor.

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