Desta vez é vida ou morte. A série A Mediadora, de Meg Cabot, chega ao fim com Crepúsculo. Suzannah Simons, uma adolescente nova-iorquina que poderia ser tachada de comum se não tivesse o dom - ou seria a sina? - de falar com os mortos, terá que tomar uma difícil decisão. 

Suzannah já se acostumou com os fantasmas em sua vida. Eles a acordam no meio da noite, reviram seu armário e aprontam coisas ainda mais sinistras. Como mediadora, pode não somente ver fantasmas, como também interagir com eles. E foi assim que se apaixonou por Jesse, um gato do século XIX. Mas, suas questões vão muito além de assuntos do coração: sua função é entender as mágoas dos mortos e ajudá-los a resolver os problemas com os vivos. 

Quando ela e Paul Slater - mediador de força inegável e intenções dúbias - descobrem que seus poderes vão muito além de ajudar fantasmas a resolver seus problemas terrenos, Suze pira de vez. É muito aterrorizante ter o destino dos fantasmas em mãos, podendo alterar o curso da história, principalmente porque Paul também sabe como fazer isso. E ele adoraria evitar o assassinato de Jesse, impedindo-o de virar fantasma e lhe garantindo uma vida tranqüila, finalmente... mas Isso significaria que Jesse e Suzannah jamais se conheceriam. Suze então está diante da decisão mais importante da sua vida: deixar o único cara que já amou voltar para seu próprio tempo, impedindo assim sua morte... ou ser egoísta e mantê-lo a seu lado como um fantasma.

O que Jesse escolheria: viver sem Suzannah ou morrer para amá-la? Aventura, mistério e romance. 

Crepúsculo é o sexto e último volume da série A Mediadora, de Meg Cabot, autora da série 

Não se pode sentir falta do que nunca se teve.

- Hermosa. - Jesse inclinou o corpo por cima da alavanca de marcha e passou a mão por trás do meu pescoço. - Você se preocupa demais.
- Jesse, eu…
Mas não consegui terminar o que tinha começado a dizer… e um segundo depois nem conseguia lembrar o que queria dizer. Porque ele havia me puxado - suave, mas inexoravelmente - em sua direção e coberto minha boca com a sua.


Eu estava caindo, como sempre caía quando ele me olhava… olhos que não estavam simplesmente me vendo, mas que me conheciam. Conheciam minha alma.

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